1981 - Opala
O ano de 80 terminou e com ele também terminou o Campeonato Brasileiro de Passat. Vários pilotos sem ter onde assentar, mecânicos sem para onde ir e vários preparadores perdidos na escolha de uma categoria, que naquela época era muito difícil no Brasil.
Para Toninho da Matta, um tricampeão brasileiro de Passat, a escolha em participar da primeira etapa do Torneio Opala de Stock-Cars, em Interlagos, ficou aquém das expectativas. Primeiro porque ele não era um piloto de opala, e Segundo que ele não estava acostumado auquele tipo de corrida. O Opala 34, da equipe Kovak/Refricentro/Vasp só ficou pronto na quinta feira anterior a corrida, e não houve tempo para qualquer tipo de acerto mais definitivo. A culpa, segundo Toninho, não foi do Meinha que era o preparado do time. Foi na demora de se fechar o contrato com o patrocinador. Toninho largou em sétimo e tentou chegar perto dos ponteiros. Terminou em quinto.
Na segunda etapa, no Rio de Janeiro, o carro ja estava bem melhor e os pilotos, Toninho e Paulo Mafra, já tinham tido uma experiência neste autódromo. Toninho ja havia corrido lá com um carro do Paulão Gomes em 1978 e chegou em terceiro lugar. Não era nunca o que ele esperava. A inexperiência na categoria fez desta experiência no automobilismo a menor de sua vida de piloto. Apesar de ter sido muito bem recebido na equipe, e do tratamento que todos lhe dispersive, Toninho não esperou o segundo convite para disputar o Campeonato Brasileiro de Hot Cars, onde ele pilotaria um passat para a equipe Refricentro/Sebosol. Assim terminou a curta carreira dele na stock cars.